recriando aquele céu com tons quentes, aquele cheiro de paixão, com toda aquela satisfação de te ter por perto. imagino que temos e tivemos, desde sempre, uma relação que respeita as regras. o gosto um tanto quanto amargo que fica, mesmo que bem longe, é só a aceitação da saudade que às vezes pertuba e incomoda. mas, o mundo dá voltas, os dias passam, noites se completam, novos horizontes existem e depois estarei eu mesma recriando sensações da mesma espécie, mas totalmente diferente dos que hoje eu sinto.
eu já falei, aceitei essa vida, com todos os tropeços que ela proporciona desde sempre, desde que os conheço, desde que crio forças pra enfrentar qualquer tipo de coisa.
a gente sempre aprende, e isso é o lado bom, o lado que sempre deve ser ressaltado.
enfim, nada como um dia apos o outro,
e uma noite no meio.
27/09/2009
26/09/2009
(in)dependencia
não é que eu esteja dependendo de alguma coisa, nem de alguém. já disse! isso não acontece comigo. mas, convenhamos que vale a pena ser notada de uma maneira diferente sem medo, enfrentando os leões, não porque queira chamar atenção de uma forma tão gritante, mas pela satisfação e recompensa depois que eu vejo que eu posso enfrentar. mas, sem preocupação... eu não tenho pressa de conseguir chegar em algum lugar muito além desses desafios pequenos.
isso soa como uma sede muito grande de viver, e se tu, vizinho, entendesse claramente o que eu tou querendo dizer, sentiria sua boca seca na hora.
eu bem sei que tudo se explica, no silencio ou não, e que isso é só questão de tempo.
e eu, obecendo uma lei que nem sei como é chamada, viverei in-dependente da minha vontade.
isso soa como uma sede muito grande de viver, e se tu, vizinho, entendesse claramente o que eu tou querendo dizer, sentiria sua boca seca na hora.
eu bem sei que tudo se explica, no silencio ou não, e que isso é só questão de tempo.
e eu, obecendo uma lei que nem sei como é chamada, viverei in-dependente da minha vontade.
22/09/2009
inflável seria?
cá estou eu, pescando da janelinha ao lado o mundo que acabei de ver: eu.
eu estou como sempre, só ocupando algum espaço nesse universo de mundos, e
se não for uma pitada que crise, eu acho que a única coisa que faço é existir,
às vezes me mecho pra alguma coisa, mas não é nada fora no normal do dia dia.
será muito existir?
acho o suficiente pra me deixar intrigada com essa situação,
seria um bem pra o mundo, ou um pequeno mundo de várias cabeças, a minha inexistência,
mas eu tenho aceitado bastante, eu tenho dito sim com a cabeça.
tenho vontades de estar em lugares, pessoas, sei lá, momentos
mas falta muita a força e coragem, deve ser por isso que eu acho tão tedioso viver, vai saber, né?
a explicação pra isso é justamente aquela do não poder.
mas é isso, eu sempre respondo que qualquer dia eu apareço
10/09/2009
07/09/2009
copa vela
não queria falar talvez hoje. mas, a única palavra que me vem a cabeça nessa e em tantas outras horas é talvez.
talvez seja pq eu tou ligada, ou vai ver... é só pq homens são mais demorados pra amadurecer.
me machuca saber que é preciso de muitas substancias que te fazem te trazer de volta, ou te levar de vez. me machuca essa coisa indefinida, essa coisa que não tem nome. me machuca saber que falta razão, ou tem razão em excesso.
na verdade, tudo me machuca e eu tenho me preocupado tanto com essas dores.
ai como eu queria saber expressar...
05/09/2009
p. p. p.
tipo nos filmes:
hoje eu vim dizer, que quando se precisa de um band-aid (perdoe se tá errado), e como é difícil digitar quando o teu dedo tá cortado. e como essa cidade de bosta parece feliz e acordada só por causa de uma micareta. e de como o amor é banal em certos tipos de pessoas. 'te conheci hoje, e já te amo amanhã'... porra! eu me sinto lixo, e tenho vontade (pausa) de morrer... talvez. talvez seja minha vida de nada. solta. largada. sem sentido... talvez. talvez seja a vida oca, que não me dá arrepios e não me causam sorrisos verdadeiramente arrancados. ou talvez seja por eu preferir isso, pq buscar o contrário é bem trabalhoso. talvez por eu ser covarde e ver muitas outras portas abertas e eu só faço ficar parada. talvez seja por todas as vezes que eu hesito em perguntar a outra opção de se como pode ter vida normal e nunca encontro, ou talvez encontre, mas seguro a covardia com todas as forças pra que ela não escape por qualquer segundo. talvez seja essa barreira que me impede de acreditar que algo bom esteja acontecendo. mas eu sei que essa barreira nasce do meu desconforto de ter uma vida tão assim, como poderia definir... uma vida quase não vivida. medo. a vida me dá medo. e vai lá se saber o pq que eu tou pensando isso. seja talvez por pensar em vários 'talvez' que a vida emprega.
e agora eu vou sentir vento diferente e olhar pro céu, que tá ali todo dia pra eu sentir que a vida não é só isso e que a gente pode voar... talvez.
Assinar:
Postagens (Atom)